Funcionários públicos de Itaipulândia terão reajuste de 8,31%

Funcionários públicos de Itaipulândia terão reajuste de 8,31% – Magistério terá reposição de 12,84%

A administração municipal de Itaipulândia encaminhou projeto de Lei nº 01/2020 à Câmara de Vereadores, autorizando o Poder Executivo Municipal a conceder a reposição salarial geral anual de 8,31%, a partir de 1º de janeiro de 2020, aos servidores municipais efetivos do quadro geral, comissionados, inativos e pensionistas, tomando como base de cálculo os vencimentos do mês de novembro de 2019.

Considerando a inflação e outras perdas que ficaram em 4,31% mais 4% de ganho real, chega-se aos 8,31% de reajuste.

O quadro do magistério terá uma reposição salarial de 12,84%, tomando por base a reposição salarial fixada pelo Ministério da Educação, em razão do piso nacional.

A equipe administrativa e financeira do executivo municipal verificou previsão orçamentária para cumprir com estas despesas.

Já os Agentes de Endemias e os Agentes Comunitários de Saúde receberão o percentual necessário para atender o piso salarial nacional, estabelecido na Lei Federal 13.708/2018.

O projeto foi encaminhado em regime de urgência para a Câmara de Vereadores.

Quando aprovado pelo legislativo municipal, os reajustes salariais serão pagos retroativos, a partir de janeiro de 2020.

A reposição não se estende ao Prefeito, Vice-Prefeito e Secretários Municipais.

Fonte: Portal Terra das Àguas

Educação infantil em STI faz capacitação em primeiros socorros

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Educação infantil em STI faz capacitação em primeiros socorrosA parte material como mochila, materiais de higiene pessoal e uniforme, que cabe aos pais de alunos matriculados nos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) está pronta para a retomada, na próxima segunda, 27, das atividades escolares em Santa Terezinha de Itaipu. E a parte humana que proporciona educação de qualidade e o bem-estar das crianças, considerada uma das prioridades na gestão do prefeito Cláudio Eberhard, também está garantida por parte da Secretaria de Educação.

Durante esta semana, todos os educadores infantis, diretoras e monitoras da educação infantil receberam capacitação em como prestar os primeiros socorros, quando necessário. A ação prevista na lei Lucas nº13.722 de outubro de 2018, partiu do acidente que aconteceu com Lucas Begalli, de 10 anos, que perdeu a vida em um passeio escolar.

De acordo com a secretária de Educação, Simara de Jorge, as noções de primeiros socorros são muito importantes e asseguram maior tranquilidade aos pais. “É um aprendizado que se leva para a vida. Esperamos nunca precisar utilizar, mas caso ocorra, a equipe está preparada para os primeiros socorros até que os profissionais da saúde cheguem”, destacou.

O coordenador da Unidade de Pronto Atendimento de Santa Terezinha, enfermeiro Emerson Larssen, que ministrou o curso às equipes, resumiu que a as educadoras aprenderam a lidar com possíveis situações de engasgamento e quedas. “É importante saber o que fazer nesses casos, pois isso pode salvar vidas”, alertou o profissional.

Ponto de vista – Para a educadora infantil do CMEI Caic, Rosângela Cristina, a capacitação veio em boa hora. “Foram manhãs de muito conhecimento e aprendizado. Essas situações não são comuns, mas podem acontecer, por isso, é importante saber como agir nesses momentos”, destacou.

Juliane Bebiano, do CMEI Vovó Detinha, acrescentou que “o treinamento vai contribuir com o trabalho prestado pelos educadores e proporcionar mais segurança aos pais”.

Com Assessoria

SESA orienta sobre importância do diagnóstico precoce da hanseníase

HAN001 - SESA orienta sobre importância do diagnóstico precoce da hanseníase

O último domingo de janeiro marca do Dia Mundial de Combate à Hanseníase, doença infecciosa transmitida por uma bactéria, conhecida como bacilo de Hansen. A contaminação acontece pelas vias aéreas superiores, por meio de espirros, tosse, fala e respiração. O diagnóstico e o acompanhamento são feitos pela rede pública de saúde por meio das unidades básicas e centros especializados.

“O alerta do Dia Mundial é para que a população e mesmo os profissionais da saúde fiquem atentos para a doença, pois o tratamento cura a hanseníase”, explica o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

No Paraná, o Plano Estadual de Saúde prevê manter o índice de cura dos casos de hanseníase diagnosticados na casa dos 90%. O Estado é reconhecido nacionalmente pela manutenção desta taxa de cura, classificada como boa pelo Ministério da Saúde. Para isso, a secretaria estadual manterá todas as etapas do tratamento: suspeição de casos, com monitoramento de suspeitos e pessoas próximas a ele; diagnóstico, medicamentos e acompanhamento na atenção primária, com fluxos de encaminhamento estabelecidos à atenção secundária, terciária, referências e equipe multiprofissional.

SINTOMAS – Para que ocorra esta contaminação é preciso contato direto e prolongado com o portador. O período de incubação também é longo, de dois anos em média, mas a doença pode levar até dez anos para se manifestar. Entre os primeiros sintomas estão as manchas pelo corpo, com alteração ou perda de sensibilidade local, fraqueza e dores nas articulações de braços, pernas, mãos e pés.

A doença atinge pessoas de todas as idades e muitas vezes passa despercebida porque as manchas, seu sinal mais visível, não doem, não coçam, não incomodam. Isto faz com que o diagnóstico aconteça tardiamente, quando o doente já apresenta incapacidades físicas por comprometimento dos nervos.

TRATAMENTO – A Organização Mundial da Saúde indica a poliquimioterapia como terapêutica, com a associação de três antibióticos. O tratamento dura seis meses para os casos mais leves e 12 meses nos mais avançados, podendo ser prolongado.

Assim que começa a fazer uso do medicamento o doente deixa de transmitir a bactéria e os sintomas, que podem provocar lesões neurais, deformidades e incapacidades, ficam mais controlados.

“Por isso, a divulgação de informações sobre a doença é fundamental e tem sido um esforço constante da Secretaria da Saúde, a fim de aumentar o diagnóstico, diminuir a transmissão e evitar sequelas com o tratamento oportuno”, complementa o secretário.

O diagnóstico da hanseníase é essencialmente clínico e epidemiológico, realizado por meio do exame geral e dermatoneurólogico para identificar lesões ou áreas de pele com alteração de sensibilidade e comprometimento de nervos periféricos.

DADOS – Em 2019, o Paraná teve 510 novos casos de pacientes confirmados com hanseníase, oito deles em crianças. Do total, 80% procuraram ajuda médica já em fase avançada da doença.

São mais de 3 mil pacientes em tratamento e acompanhamento no Estado. A maioria do sexo masculino, em idade produtiva, de 20 a 59 anos.

Em cada 100 doentes, aproximadamente 50 apresentam sequelas físicas.

COMBATE – O combate ao estigma que ainda envolve a doença também faz parte das ações do Dia Mundial de Combate à Hanseníase. “É fundamental destacarmos que a discriminação e o isolamento de pacientes são etapas do passado. Hoje o tratamento é eficaz e a doença pode ser curada”, disse a coordenadora da Divisão de Doenças Transmissíveis da secretaria, Mara Franzoloso.

JANEIRO ROXO – Desde 2016, o Ministério da Saúde consolidou a cor roxa para as campanhas de conscientização, orientação e prevenção para hanseníase. De 2000 para cá, o sistema de informação de agravos da Secretaria de Saúde do Paraná totaliza 25.540 notificações para a doença.

AEN

Educação infantil em STI faz capacitação em primeiros socorros

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Educação infantil em STI faz capacitação em primeiros socorrosA parte material como mochila, materiais de higiene pessoal e uniforme, que cabe aos pais de alunos matriculados nos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) está pronta para a retomada, na próxima segunda, 27, das atividades escolares em Santa Terezinha de Itaipu. E a parte humana que proporciona educação de qualidade e o bem-estar das crianças, considerada uma das prioridades na gestão do prefeito Cláudio Eberhard, também está garantida por parte da Secretaria de Educação.

Durante esta semana, todos os educadores infantis, diretoras e monitoras da educação infantil receberam capacitação em como prestar os primeiros socorros, quando necessário. A ação prevista na lei Lucas nº13.722 de outubro de 2018, partiu do acidente que aconteceu com Lucas Begalli, de 10 anos, que perdeu a vida em um passeio escolar.

De acordo com a secretária de Educação, Simara de Jorge, as noções de primeiros socorros são muito importantes e asseguram maior tranquilidade aos pais. “É um aprendizado que se leva para a vida. Esperamos nunca precisar utilizar, mas caso ocorra, a equipe está preparada para os primeiros socorros até que os profissionais da saúde cheguem”, destacou.

O coordenador da Unidade de Pronto Atendimento de Santa Terezinha, enfermeiro Emerson Larssen, que ministrou o curso às equipes, resumiu que a as educadoras aprenderam a lidar com possíveis situações de engasgamento e quedas. “É importante saber o que fazer nesses casos, pois isso pode salvar vidas”, alertou o profissional.

Ponto de vista – Para a educadora infantil do CMEI Caic, Rosângela Cristina, a capacitação veio em boa hora. “Foram manhãs de muito conhecimento e aprendizado. Essas situações não são comuns, mas podem acontecer, por isso, é importante saber como agir nesses momentos”, destacou.

Juliane Bebiano, do CMEI Vovó Detinha, acrescentou que “o treinamento vai contribuir com o trabalho prestado pelos educadores e proporcionar mais segurança aos pais”.

Com Assessoria

SESA orienta sobre importância do diagnóstico precoce da hanseníase

HAN001 - SESA orienta sobre importância do diagnóstico precoce da hanseníase

O último domingo de janeiro marca do Dia Mundial de Combate à Hanseníase, doença infecciosa transmitida por uma bactéria, conhecida como bacilo de Hansen. A contaminação acontece pelas vias aéreas superiores, por meio de espirros, tosse, fala e respiração. O diagnóstico e o acompanhamento são feitos pela rede pública de saúde por meio das unidades básicas e centros especializados.

“O alerta do Dia Mundial é para que a população e mesmo os profissionais da saúde fiquem atentos para a doença, pois o tratamento cura a hanseníase”, explica o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

No Paraná, o Plano Estadual de Saúde prevê manter o índice de cura dos casos de hanseníase diagnosticados na casa dos 90%. O Estado é reconhecido nacionalmente pela manutenção desta taxa de cura, classificada como boa pelo Ministério da Saúde. Para isso, a secretaria estadual manterá todas as etapas do tratamento: suspeição de casos, com monitoramento de suspeitos e pessoas próximas a ele; diagnóstico, medicamentos e acompanhamento na atenção primária, com fluxos de encaminhamento estabelecidos à atenção secundária, terciária, referências e equipe multiprofissional.

SINTOMAS – Para que ocorra esta contaminação é preciso contato direto e prolongado com o portador. O período de incubação também é longo, de dois anos em média, mas a doença pode levar até dez anos para se manifestar. Entre os primeiros sintomas estão as manchas pelo corpo, com alteração ou perda de sensibilidade local, fraqueza e dores nas articulações de braços, pernas, mãos e pés.

A doença atinge pessoas de todas as idades e muitas vezes passa despercebida porque as manchas, seu sinal mais visível, não doem, não coçam, não incomodam. Isto faz com que o diagnóstico aconteça tardiamente, quando o doente já apresenta incapacidades físicas por comprometimento dos nervos.

TRATAMENTO – A Organização Mundial da Saúde indica a poliquimioterapia como terapêutica, com a associação de três antibióticos. O tratamento dura seis meses para os casos mais leves e 12 meses nos mais avançados, podendo ser prolongado.

Assim que começa a fazer uso do medicamento o doente deixa de transmitir a bactéria e os sintomas, que podem provocar lesões neurais, deformidades e incapacidades, ficam mais controlados.

“Por isso, a divulgação de informações sobre a doença é fundamental e tem sido um esforço constante da Secretaria da Saúde, a fim de aumentar o diagnóstico, diminuir a transmissão e evitar sequelas com o tratamento oportuno”, complementa o secretário.

O diagnóstico da hanseníase é essencialmente clínico e epidemiológico, realizado por meio do exame geral e dermatoneurólogico para identificar lesões ou áreas de pele com alteração de sensibilidade e comprometimento de nervos periféricos.

DADOS – Em 2019, o Paraná teve 510 novos casos de pacientes confirmados com hanseníase, oito deles em crianças. Do total, 80% procuraram ajuda médica já em fase avançada da doença.

São mais de 3 mil pacientes em tratamento e acompanhamento no Estado. A maioria do sexo masculino, em idade produtiva, de 20 a 59 anos.

Em cada 100 doentes, aproximadamente 50 apresentam sequelas físicas.

COMBATE – O combate ao estigma que ainda envolve a doença também faz parte das ações do Dia Mundial de Combate à Hanseníase. “É fundamental destacarmos que a discriminação e o isolamento de pacientes são etapas do passado. Hoje o tratamento é eficaz e a doença pode ser curada”, disse a coordenadora da Divisão de Doenças Transmissíveis da secretaria, Mara Franzoloso.

JANEIRO ROXO – Desde 2016, o Ministério da Saúde consolidou a cor roxa para as campanhas de conscientização, orientação e prevenção para hanseníase. De 2000 para cá, o sistema de informação de agravos da Secretaria de Saúde do Paraná totaliza 25.540 notificações para a doença.

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