Caminhadas na Natureza terão 160 circuitos no Paraná em 2020

Caminhadas na Natureza terão 160 circuitos no Paraná neste ano

Trajetos em meio à natureza, passando por propriedades rurais e destinos que muitas vezes fogem do radar dos turistas dão o tom das Caminhadas Internacionais na Natureza, que já têm 160 circuitos confirmados neste ano no Paraná. O Instituto de Desenvolvimento Rural-Iapar-Emater divulgou o calendário 2020 dos eventos, com roteiros em todo o Estado que incluem caminhadas diurnas, noturnas, rotas de cicloturismo e até remada.

Desde a primeira rota, organizada em 2005 em São Miguel do Iguaçu (Oeste), as Caminhadas na Natureza ganharam terreno no Paraná. No ano passado, aproximadamente 70 mil caminhantes participaram dos passeios. O Estado também concentra mais da metade dos cerca de 300 circuitos brasileiros catalogados pela Anda Brasil, a Confederação Brasileira de Esportes Populares, Caminhadas na Natureza e Inclusão Social.

A prática surgiu na França em meados do século 20 para incrementar a economia em regiões rurais arrasadas pela Segunda Guerra Mundial e se alastrou pelo mundo não só como atividade esportiva, mas também valorizando o turismo rural. “É uma forma de fazer girar a economia no campo”, afirma a gestora estadual de Turismo Rural do instituto, Terezinha Busanello Freire.

?As caminhadas são gratuitas, mas os agricultores sempre têm a oportunidade de servir um almoço ou café da manhã e vender os produtos feitos por eles aos caminhantes?, explica. ?Mais do que um esporte saudável, as Caminhadas na Natureza permitem que as pessoas conheçam o meio rural, aprendam a conservar o meio ambiente e a valorizar os produtores locais, além de gerar renda às famílias dos agricultores?.

Em muitos locais, a comunidade prepara um café da manhã para o início do trajeto e um almoço no final, feitos com produtos caseiros, típicos de cada região. Os agricultores também podem vender o que é produzido em sua propriedade, como frutas, verduras, queijos, compotas, geleias e produtos artesanais.

CIRCUITOS ? As caminhadas têm em média 10 quilômetros, com percursos que levam em torno de quatro horas. Os caminhantes são orientados a irem com roupas e calçados apropriados, a se manterem hidratados e a não deixarem lixo pelo caminho. Os roteiros do cicloturismo são mais longos e exigem que os participantes usem a própria bicicleta.

De acordo com Terezinha, cada circuito é único, construído a partir da cultura local e levando em conta a história da cidade ou daquela localidade. Alguns passam por dentro de propriedades rurais, por trilhas no meio da mata, e outros seguem por caminhos com grande apelo turístico, como o Cânion Guartelá (29/11), em Tibagi.

São opções para todos os gostos, desde cachoeiras até praias. Tem o Circuito Brisa do Mar (22/3), em Pontal do Paraná; a caminhada noturna Luar do Purunã (04/04), em Balsa Nova; o Caminho da Reforma Agrária (19/04), em Rio Bonito do Iguaçu; e a Caminhada de Cata ao Pinhão (31/05), em Pinhão.

Destaque também para os circuitos que passam por lugares históricos ou por colônias que mostram o roteiro da imigração do Paraná. É o caso dos Caminhos de Peabiru (26/04), parte do trecho paranaense, localizado em Peabiru, de uma antiga rota utilizada por indígenas antes da chegada dos colonizadores europeus, e que ligava o litoral brasileiro à região dos Andes, no Peru.

Em Quatro Barras, o roteiro dos Jesuítas do Paraná (02/08) percorre caminhos construídos no século 17, que ligavam Curitiba ao Litoral e eram muito utilizados por caçadores, mineradores, indígenas e jesuítas. Há, ainda, o Circuito Italiano (03/05), em Colombo; das Colônias Polonesas (25/04), em Campo Largo; a Pedalada dos Caminhos dos Eslavos (10/05), em Fazenda Rio Grande, e muitos outros.

É importante ficar de olho no calendário, já que os circuitos exigem inscrição prévia.

ORGANIZAÇÃO ? Responsável pela implantação das Caminhadas na Natureza no Estado, o Instituto de Desenvolvimento Rural-Iapar-Emater vai aprimorar, neste ano, as metodologias das Caminhadas na Natureza para valorizar ainda mais o turismo rural. A ideia é promover oficinas com os municípios, agricultores e organizadores para tirar mais proveito do potencial econômico da prática e profissionalizar a venda de produtos.

Também estão sendo preparados roteiros voltados especificamente para atividades da agricultura familiar, como rotas do queijo, do café, de flores e de frutas, que têm foco no turismo de experiência e na imersão nas propriedades rurais. Estão previstas, ainda, a criação de circuitos permanentes de caminhadas no Paraná, a exemplo do Caminho de Santiago de Compostela, na Espanha.

Fonte: Rádio Jornal São Miguel

Itaipulândia: torneio de futebol de areia abre Itaverão no Balneário Jacutinga

Torneio de futebol de areia abre Itaverão no Balneário Jacutinga

A Administração Municipal de Itaipulândia, através da Secretaria Municipal de Cultura e Esportes, programou para o dia 25 de janeiro de 2020, a abertura do Itaverão na praia de Jacutinga, com atividades recreativas a partir das 16h00.

Já no domingo (26) acontecerá o Torneio Regional de Futebol de Areia Masculino e Feminino, com a seguinte programação:

Das 10h00 até as 12h00 inscrições, com início do torneio às 13h30, sendo que o valor da inscrição será de R$ 60 reais tanto no masculino quanto no feminino.

A premiação será a seguinte:

Masculino:

1º lugar – R$ 400,00 + 25% das inscrições;

2º lugar – R$ 350,00 + 25% das inscrições;

3º lugar – R$ 300,00 + 25% das inscrições;

4º lugar – 200,00 + 25% das inscrições;

Feminino:

1º lugar – R$ 320,00 + 25% das inscrições;

2º lugar – R$ 270,00 + 25% das inscrições;

3º lugar – R$ 220,00 + 25% das inscrições;

4º lugar – 170,00 + 25% das inscrições;

Serão quatro finais de semana de atividades esportivas e recreativas, com a finalidade de proporcionar entretenimento aos veranistas que frequentam o Balneário de Jacutinga.

Confira o cronograma para os próximos finais de semana:

01/02 (sábado) – atividades a partir das 16h00;

02/02 (domingo) – Cabo de Guerra Regional Masculino e Feminino e Futvôlei Regional, com premiação em dinheiro;

08/02 (sábado) – atividades a partir das 16h00;

09/02 (domingo) – Vôlei de Praia Regional Masculino e Feminino, com premiação em dinheiro;

15/02 (sábado) – atividades recreativas a partir das 16h00;

16/02 (domingo) – Bocha de Areia Regional masculino e Feminino, com premiação em dinheiro;

Fonte: Correio do Lago

Interessados no programa de calcário e cama de aviário já podem procurar a prefeitura de Santa Helena

Santa Helena: Interessados no programa de calcário e cama de aviário já podem procurar a secretaria

Após a aprovação do programa de correção de solo que subsidia calcário e cama de aviário aos produtores rurais, o Município por meio da secretaria de Agricultura e Meio Ambiente abre na próxima segunda-feira (20) o período de inscrições para aqueles que não foram beneficiados na primeira etapa quando mais de 600 produtores foram contemplados.

A iniciativa consiste no subsídio e aplicação na lavoura de cama de aviário ou calcário levando em consideração a ausência de nutrientes demonstrada nas análises de solo:

“Se a área de terra necessita de calcário, o agricultor receberá calcário se necessita de cama de aviário, receberá cama de aviário,” destaca o secretário de Agricultura e Meio Ambiente Osmar Ben.

Para participar, os interessados devem se dirigir até a secretaria para efetuar a inscrição. Vale lembrar, que esta segunda etapa destina-se apenas aos agricultores que não foram contemplados em 2019.

Conforme o secretário, tanto o calcário quanto a cama de aviário corrigem a falta de nutrientes, fortalecendo o solo que, por sua vez, apresenta importante evolução no potencial produtivo:

“Esta é um programa excelente implantado pela administração e que agora tem continuidade, por isso, convidamos os produtores para vir até a secretaria e efetuar a inscrição ” conclui.

A secretaria de Agricultura e Meio Ambiente fica no prédio anexo a prefeitura e tem horário de atendimento das 7:30 às 11:30 e das 13:30 às 17:30. O telefone para contato é 3268-8289.

Fonte: Portal Terra das Àguas

Caminhadas na Natureza terão 160 circuitos no Paraná em 2020

Caminhadas na Natureza terão 160 circuitos no Paraná neste ano

Trajetos em meio à natureza, passando por propriedades rurais e destinos que muitas vezes fogem do radar dos turistas dão o tom das Caminhadas Internacionais na Natureza, que já têm 160 circuitos confirmados neste ano no Paraná. O Instituto de Desenvolvimento Rural-Iapar-Emater divulgou o calendário 2020 dos eventos, com roteiros em todo o Estado que incluem caminhadas diurnas, noturnas, rotas de cicloturismo e até remada.

Desde a primeira rota, organizada em 2005 em São Miguel do Iguaçu (Oeste), as Caminhadas na Natureza ganharam terreno no Paraná. No ano passado, aproximadamente 70 mil caminhantes participaram dos passeios. O Estado também concentra mais da metade dos cerca de 300 circuitos brasileiros catalogados pela Anda Brasil, a Confederação Brasileira de Esportes Populares, Caminhadas na Natureza e Inclusão Social.

A prática surgiu na França em meados do século 20 para incrementar a economia em regiões rurais arrasadas pela Segunda Guerra Mundial e se alastrou pelo mundo não só como atividade esportiva, mas também valorizando o turismo rural. “É uma forma de fazer girar a economia no campo”, afirma a gestora estadual de Turismo Rural do instituto, Terezinha Busanello Freire.

?As caminhadas são gratuitas, mas os agricultores sempre têm a oportunidade de servir um almoço ou café da manhã e vender os produtos feitos por eles aos caminhantes?, explica. ?Mais do que um esporte saudável, as Caminhadas na Natureza permitem que as pessoas conheçam o meio rural, aprendam a conservar o meio ambiente e a valorizar os produtores locais, além de gerar renda às famílias dos agricultores?.

Em muitos locais, a comunidade prepara um café da manhã para o início do trajeto e um almoço no final, feitos com produtos caseiros, típicos de cada região. Os agricultores também podem vender o que é produzido em sua propriedade, como frutas, verduras, queijos, compotas, geleias e produtos artesanais.

CIRCUITOS ? As caminhadas têm em média 10 quilômetros, com percursos que levam em torno de quatro horas. Os caminhantes são orientados a irem com roupas e calçados apropriados, a se manterem hidratados e a não deixarem lixo pelo caminho. Os roteiros do cicloturismo são mais longos e exigem que os participantes usem a própria bicicleta.

De acordo com Terezinha, cada circuito é único, construído a partir da cultura local e levando em conta a história da cidade ou daquela localidade. Alguns passam por dentro de propriedades rurais, por trilhas no meio da mata, e outros seguem por caminhos com grande apelo turístico, como o Cânion Guartelá (29/11), em Tibagi.

São opções para todos os gostos, desde cachoeiras até praias. Tem o Circuito Brisa do Mar (22/3), em Pontal do Paraná; a caminhada noturna Luar do Purunã (04/04), em Balsa Nova; o Caminho da Reforma Agrária (19/04), em Rio Bonito do Iguaçu; e a Caminhada de Cata ao Pinhão (31/05), em Pinhão.

Destaque também para os circuitos que passam por lugares históricos ou por colônias que mostram o roteiro da imigração do Paraná. É o caso dos Caminhos de Peabiru (26/04), parte do trecho paranaense, localizado em Peabiru, de uma antiga rota utilizada por indígenas antes da chegada dos colonizadores europeus, e que ligava o litoral brasileiro à região dos Andes, no Peru.

Em Quatro Barras, o roteiro dos Jesuítas do Paraná (02/08) percorre caminhos construídos no século 17, que ligavam Curitiba ao Litoral e eram muito utilizados por caçadores, mineradores, indígenas e jesuítas. Há, ainda, o Circuito Italiano (03/05), em Colombo; das Colônias Polonesas (25/04), em Campo Largo; a Pedalada dos Caminhos dos Eslavos (10/05), em Fazenda Rio Grande, e muitos outros.

É importante ficar de olho no calendário, já que os circuitos exigem inscrição prévia.

ORGANIZAÇÃO ? Responsável pela implantação das Caminhadas na Natureza no Estado, o Instituto de Desenvolvimento Rural-Iapar-Emater vai aprimorar, neste ano, as metodologias das Caminhadas na Natureza para valorizar ainda mais o turismo rural. A ideia é promover oficinas com os municípios, agricultores e organizadores para tirar mais proveito do potencial econômico da prática e profissionalizar a venda de produtos.

Também estão sendo preparados roteiros voltados especificamente para atividades da agricultura familiar, como rotas do queijo, do café, de flores e de frutas, que têm foco no turismo de experiência e na imersão nas propriedades rurais. Estão previstas, ainda, a criação de circuitos permanentes de caminhadas no Paraná, a exemplo do Caminho de Santiago de Compostela, na Espanha.

Fonte: Rádio Jornal São Miguel

143,7 mil participantes ‘zeraram’ em redação no Enem

MEC diz que 143,7 mil participantes 'zeraram' em redação no Enem

O Ministério da Educação (MEC) anunciou nesta sexta-feira (17) que 53 participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 obtiveram nota máxima na prova de redação, enquanto outros 143.736 zeraram a avaliação. As notas individuais do exame foram disponibilizadas nesta sexta no portal do Enem (enem inep.gov.br). A nota média das redações ficou em 592,9.

Também foram anunciadas as médias gerais de desempenho nas quatro áreas de conhecimento exigidas na prova. Em Matemática e suas tecnologias, a média geral foi de 523,1 pontos. Na área de linguagens, códigos e suas tecnologias, 520,9. Em Ciências Humanas e suas tecnologias, 508. A média em Ciências da Natureza foi 477,8.

Agora os estudantes terão acesso apenas à nota que obtiveram na redação. O espelho da prova, que contém detalhes da correção dos textos, será divulgado em março, 60 dias após a divulgação do resultado individual. As notas não cabem recurso.

Os chamados treineiros, aqueles que fizeram o exame apenas para testar os conhecimentos, terão que esperar mais um pouco, as notas desses participantes serão divulgadas também em março. Esses candidatos não poderão usar o Enem para concorrer a vagas no ensino superior pelos programas federais.

Fonte: Banda B

Usina de Reciclagem de Santa Helena processou mais de 110 toneladas em dezembro

Usina de Reciclagem bateu novo recorde processando mais de 110 toneladas no mês de dezembro

A Usina de Reciclagem bateu novo recorde em processamento de materiais recicláveis ultrapassando 110 toneladas no mês de dezembro e este resultado está sendo atribuído ao aumento significativo das compras de Natal e a demanda turística do final do ano.

Nesta época, a população compra presentes e o dinheiro do décimo terceiro circula no comércio local o que resulta em mais embalagens plásticas, caixas de papelão, entre outros objetos que são descartados e chegam até a Usina. Além disso, a demanda turística registrada no fim de ano potencializou o consumo em bares, restaurantes e no Balneário, promovendo, da mesma forma, o crescimento no volume de recicláveis.

A expectativa dos Agentes Ambientais para janeiro também é de um excelente resultado financeiro, pois além das 110 toneladas já comercializadas, o “estoque” está sobrecarregado e as vendas não devem ser menores do que dezembro.

Após o processamento, o lixo que já não é mais lixo, é comercializado com empresas da região e proporciona renda para 75 pessoas que atuam na Usina de Reciclagem.: “Quanto mais os Agentes Ambientais processam mais eles recebem”, lembra a diretora do departamento de Coleta e Reciclagem, Yara Fernanda Beling.

Atualmente o Município mantém um contrato com a Associação dos Agentes Ambientais de Santa Helena que consiste no repasse financeiro por tonelada e o valor altera de acordo com a produção mensal. Acima de 110 toneladas por exemplo, eles recebem R$650,00 a cada mil quilos.

O presidente da associação é Valdevino Lazarotto e para ele, é momento de agradecer a população pela separação dos resíduos pois sem esse trabalho, não há movimentação na Usina: “A população está de parabéns por entender a importância do nosso trabalho e quando o reciclável é separado do orgânico, o dia a dia dos trabalhadores é muito melhor,” explica.

Conforme Yara, é importante a compreensão dos cidadãos pois são santa-helenenses que dependem exclusivamente Usina de Reciclagem e que também mantêm a cidade limpa: “Nosso Município é referência em coleta e separação do lixo e queremos continuar nesse patamar. Parabenizo os Agentes Ambientais pela dedicação no trabalho e também a população, que está cada vez mais consciente sobre a importância da classificação,” afirma a responsável pela Usina.

Fonte: Portal Terra das Àguas

Brasil registra mais de 1,5 milhão de prováveis casos de dengue

Ministério da Saúde

O Brasil está em situação de alerta para as doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti. O Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde notificou mais 1,5 milhão de casos prováveis de dengue, no ano passado. No período, 754 óbitos foram confirmados.

A maior incidência de casos da doença ocorreu na região Centro-Oeste. Foram mais de 1,3 mil casos por 100 mil habitantes. Em seguida, estão as regiões Sudeste, com 1,1 mil casos, e o Nordeste, com 372 casos por 100 mil habitantes.

Cláudio Maierovitch, médico sanitarista da Fiocruz de Brasília, explica que as questões climáticas e ambientais influenciaram para que determinadas regiões sejam mais afetadas que outras.

“Quando coincide a época quente com a de chuva e uma alternância entre períodos de chuva e períodos curtos de estiagem, estão dadas as condições ótimas para a reprodução do mosquito. Ele tem uma atividade maior no calor e precisa da água para se reproduzir.

Maierovitch ainda enumera outros fatores importantes para a proliferação da doença.

“Locais onde há uma concentração maior de pessoas, onde há intermitência ou falta de abastecimento de água que leve as pessoas a armazenar água dentro de casa, onde há falta ou deficiência na coleta de lixo… Tudo isso favorece a existência dos chamados criadouros, que são os locais onde os mosquitos se reproduzem”.

São Paulo e Minas Gerais concentraram a maioria dos casos prováveis do país. Ambos os estados registraram mais de 900 mil notificações, em 2019. Uma das vítimas foi Jaqueline Simões, 24 anos, do município mineiro de Janaúba. A psicóloga pegou dengue neste ano, após ir com amigos para o rio Gorutuba. Foi uma semana de cama, febre alta que chegou a 40 graus e dores fortes na cabeça e no estômago.

A jovem ficou tão debilitada que perdeu um processo seletivo para mestrado. Não bastasse a dengue, Jaqueline foi vítima do Aedes aegypti em outras ocasiões: em 2014, ela pegou chikungunya e, em 2017, zika na cidade de Montes Claros, em Minas Gerais. Hoje, ela analisa o quão doloroso foi o período em que pegou as doenças.

“Só passando para saber! Eu mesma não dava muita importância para isso, mas depois que eu senti, é muito difícil, é muita dor. É angustiante, pois não tem como ficar deitada, você não consegue dormir bem, para tudo. Até para ir ao banheiro fazer necessidades básicas é muito difícil”.

Em relação à distribuição espacial da dengue, o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde mostra que cerca de 50 regiões distribuídas nos estados do Paraná, São Paulo, Espírito Santo, Mato Grosso, Goiás, Acre, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará apresentaram taxas de incidência acima de 100 casos por 100 mil habitantes.

Em relação à letalidade por dengue, a taxa foi maior entre os idosos a partir de 60 anos, sendo que os mais afetados foram aqueles com mais de 80 anos.

Para evitar a proliferação da dengue, é importante que todos façam sua parte. Por isso, cuidado com água acumulada em casa, que pode se tornar possíveis criadouros, como vasos de plantas, pneus, garrafas e piscinas sem uso e manutenção.

Você já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.

Material publicado originalmente na Agência do Rádio

143,7 mil participantes ‘zeraram’ em redação no Enem

MEC diz que 143,7 mil participantes 'zeraram' em redação no Enem

O Ministério da Educação (MEC) anunciou nesta sexta-feira (17) que 53 participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 obtiveram nota máxima na prova de redação, enquanto outros 143.736 zeraram a avaliação. As notas individuais do exame foram disponibilizadas nesta sexta no portal do Enem (enem inep.gov.br). A nota média das redações ficou em 592,9.

Também foram anunciadas as médias gerais de desempenho nas quatro áreas de conhecimento exigidas na prova. Em Matemática e suas tecnologias, a média geral foi de 523,1 pontos. Na área de linguagens, códigos e suas tecnologias, 520,9. Em Ciências Humanas e suas tecnologias, 508. A média em Ciências da Natureza foi 477,8.

Agora os estudantes terão acesso apenas à nota que obtiveram na redação. O espelho da prova, que contém detalhes da correção dos textos, será divulgado em março, 60 dias após a divulgação do resultado individual. As notas não cabem recurso.

Os chamados treineiros, aqueles que fizeram o exame apenas para testar os conhecimentos, terão que esperar mais um pouco, as notas desses participantes serão divulgadas também em março. Esses candidatos não poderão usar o Enem para concorrer a vagas no ensino superior pelos programas federais.

Fonte: Banda B

Usina de Reciclagem de Santa Helena processou mais de 110 toneladas em dezembro

Usina de Reciclagem bateu novo recorde processando mais de 110 toneladas no mês de dezembro

A Usina de Reciclagem bateu novo recorde em processamento de materiais recicláveis ultrapassando 110 toneladas no mês de dezembro e este resultado está sendo atribuído ao aumento significativo das compras de Natal e a demanda turística do final do ano.

Nesta época, a população compra presentes e o dinheiro do décimo terceiro circula no comércio local o que resulta em mais embalagens plásticas, caixas de papelão, entre outros objetos que são descartados e chegam até a Usina. Além disso, a demanda turística registrada no fim de ano potencializou o consumo em bares, restaurantes e no Balneário, promovendo, da mesma forma, o crescimento no volume de recicláveis.

A expectativa dos Agentes Ambientais para janeiro também é de um excelente resultado financeiro, pois além das 110 toneladas já comercializadas, o “estoque” está sobrecarregado e as vendas não devem ser menores do que dezembro.

Após o processamento, o lixo que já não é mais lixo, é comercializado com empresas da região e proporciona renda para 75 pessoas que atuam na Usina de Reciclagem.: “Quanto mais os Agentes Ambientais processam mais eles recebem”, lembra a diretora do departamento de Coleta e Reciclagem, Yara Fernanda Beling.

Atualmente o Município mantém um contrato com a Associação dos Agentes Ambientais de Santa Helena que consiste no repasse financeiro por tonelada e o valor altera de acordo com a produção mensal. Acima de 110 toneladas por exemplo, eles recebem R$650,00 a cada mil quilos.

O presidente da associação é Valdevino Lazarotto e para ele, é momento de agradecer a população pela separação dos resíduos pois sem esse trabalho, não há movimentação na Usina: “A população está de parabéns por entender a importância do nosso trabalho e quando o reciclável é separado do orgânico, o dia a dia dos trabalhadores é muito melhor,” explica.

Conforme Yara, é importante a compreensão dos cidadãos pois são santa-helenenses que dependem exclusivamente Usina de Reciclagem e que também mantêm a cidade limpa: “Nosso Município é referência em coleta e separação do lixo e queremos continuar nesse patamar. Parabenizo os Agentes Ambientais pela dedicação no trabalho e também a população, que está cada vez mais consciente sobre a importância da classificação,” afirma a responsável pela Usina.

Fonte: Portal Terra das Àguas

Brasil registra mais de 1,5 milhão de prováveis casos de dengue

Ministério da Saúde

O Brasil está em situação de alerta para as doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti. O Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde notificou mais 1,5 milhão de casos prováveis de dengue, no ano passado. No período, 754 óbitos foram confirmados.

A maior incidência de casos da doença ocorreu na região Centro-Oeste. Foram mais de 1,3 mil casos por 100 mil habitantes. Em seguida, estão as regiões Sudeste, com 1,1 mil casos, e o Nordeste, com 372 casos por 100 mil habitantes.

Cláudio Maierovitch, médico sanitarista da Fiocruz de Brasília, explica que as questões climáticas e ambientais influenciaram para que determinadas regiões sejam mais afetadas que outras.

“Quando coincide a época quente com a de chuva e uma alternância entre períodos de chuva e períodos curtos de estiagem, estão dadas as condições ótimas para a reprodução do mosquito. Ele tem uma atividade maior no calor e precisa da água para se reproduzir.

Maierovitch ainda enumera outros fatores importantes para a proliferação da doença.

“Locais onde há uma concentração maior de pessoas, onde há intermitência ou falta de abastecimento de água que leve as pessoas a armazenar água dentro de casa, onde há falta ou deficiência na coleta de lixo… Tudo isso favorece a existência dos chamados criadouros, que são os locais onde os mosquitos se reproduzem”.

São Paulo e Minas Gerais concentraram a maioria dos casos prováveis do país. Ambos os estados registraram mais de 900 mil notificações, em 2019. Uma das vítimas foi Jaqueline Simões, 24 anos, do município mineiro de Janaúba. A psicóloga pegou dengue neste ano, após ir com amigos para o rio Gorutuba. Foi uma semana de cama, febre alta que chegou a 40 graus e dores fortes na cabeça e no estômago.

A jovem ficou tão debilitada que perdeu um processo seletivo para mestrado. Não bastasse a dengue, Jaqueline foi vítima do Aedes aegypti em outras ocasiões: em 2014, ela pegou chikungunya e, em 2017, zika na cidade de Montes Claros, em Minas Gerais. Hoje, ela analisa o quão doloroso foi o período em que pegou as doenças.

“Só passando para saber! Eu mesma não dava muita importância para isso, mas depois que eu senti, é muito difícil, é muita dor. É angustiante, pois não tem como ficar deitada, você não consegue dormir bem, para tudo. Até para ir ao banheiro fazer necessidades básicas é muito difícil”.

Em relação à distribuição espacial da dengue, o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde mostra que cerca de 50 regiões distribuídas nos estados do Paraná, São Paulo, Espírito Santo, Mato Grosso, Goiás, Acre, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará apresentaram taxas de incidência acima de 100 casos por 100 mil habitantes.

Em relação à letalidade por dengue, a taxa foi maior entre os idosos a partir de 60 anos, sendo que os mais afetados foram aqueles com mais de 80 anos.

Para evitar a proliferação da dengue, é importante que todos façam sua parte. Por isso, cuidado com água acumulada em casa, que pode se tornar possíveis criadouros, como vasos de plantas, pneus, garrafas e piscinas sem uso e manutenção.

Você já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.

Material publicado originalmente na Agência do Rádio

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