Guarda Mirim de Foz abre dia 15 período de inscrições de 2020

Guarda Mirim de Foz do Iguaçu abre na quarta-feira, 15, período de inscrições de 2020

A Guarda Mirim de Foz do Iguaçu vai abrir, no dia 15 de janeiro (quarta-feira), o período de inscrições para seu programa voltado à formação profissional e inserção de adolescentes no mercado de trabalho, destaca Ronildo Pimentel, no GDia.

O procedimento, que vai até o dia 31 de janeiro, é aberto para adolescentes de ambos os sexos, a partir de 14 anos completos, que estejam estudando. A instituição, que completa 43 anos de fundação em 2020, já encaminhou mais de 30 mil jovens ao mercado de trabalho.

As inscrições serão realizadas de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h, informa o presidente Hélio Cândido do Carmo. Pode candidatar-se às vagas quem tiver, na data da inscrição, 14 anos completos, até o limite de 17 anos e 11 meses. O adolescente, seu pai, mãe ou responsável legal pode fazer o procedimento.

Hélio do Carmo lembra que, para concorrer às vagas, o interessado deve estar matriculado e frequentar regularmente a escola, bem como residir e estudar em Foz do Iguaçu. No ato da inscrição, é preciso apresentar uma série de documentos como CPF, RG, comprovante de residência (serão aceitos boletos recentes de luz, água ou telefone) e declaração de matrícula escolar.

Contexto
“Quem já fez alguma inscrição na Guarda Mirim não precisa realizar o procedimento novamente”, informa o presidente. De acordo com ele, a instituição — localizada na Rua Tadeu Trompschinski, 56 (Vila Sossego) — tem cadastrados atualmente 3.622 adolescentes e aproximadamente 500 novas vagas no mundo do trabalho por ano.

Só em 2019, foram inscritos 1.846 adolescentes. “Estamos trabalhando para conseguir atender a todos, mas precisamos de mais apoio dos órgãos públicos e privados. Este é o motivo da demora e de vários adolescentes não conseguirem entrar”, afirma a Guarda Mirim, por meio de informativo.

Quando algum adolescente está em situação de risco ou vulnerabilidade social, informa Hélio do Carmo, ele é atendido com prioridade. “Tudo isso legalmente, documentadamente e fiscalizado por 13 órgãos”, completa o presidente.

História
Uma das mais conceituadas instituições de Foz do Iguaçu, a Guarda Mirim foi criada em 26 de julho de 1977, pela ex-primeira-dama Léa Leone Vianna. Em sua história, a organização já atendeu mais de 30 mil adolescentes. A maioria concluiu o programa ou foi contratada por empresas.

Muitos dos jovens que passaram pela instituição, hoje são pessoas formadas, que tiveram seus primeiros passos no mercado de trabalho guiados pela Guarda e servem de exemplo à nova geração.

A parceria com a Itaipu, firmada em 1998, garante uma média de de 250 e 300 encaminhamento de jovens todos anos ao Programa de Iniciação e Incentivo ao Trabalho (PIIT) da binacional.

A Guarda Mirim mantém profissionais como psicólogos e assistentes sociais, entre outros, que ajudam a monitorar os jovens assistidos.

Requisitos para a inscrição

  • O adolescente precisa ter, na data da inscrição, idade a partir de 14 anos completos até 17 anos e 11 meses;
  • A inscrição poderá ser realizada pelo adolescente, pai, mãe ou responsável legal; e
  • O adolescente deve estar estudando.

Documentos necessários para a inscrição

  • Cadastro de Pessoa Física (CPF);
  • Carteira de Identidade (RG);
  • Comprovante de residência (luz, água ou telefone); e
  • Declaração de matrícula escolar.

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Após sofrerem com caça, onças-pintadas ressurgem no PNI

Após sofrerem com caça, onças-pintadas ressurgem no Parque do Iguaçu

Depois de quase terem desaparecido por causa principalmente da caça desenfreada, a população de onças-pintadas no Parque Nacional do Iguaçu atingiu seu maior volume nos últimos dez anos.

Um censo feito em parceria do Brasil e da Argentina desde 2009 mostra a existência estimada de 105 onças-pintadas no chamado corredor verde entre os dois países, graças a medidas de proteção adotadas.

Há dois anos eram 90, segundo Yara Barros, coordenadora-executiva do projeto Onças do Iguaçu. Do total apontado agora, 28 foram contabilizadas no lado brasileiro – o argentino tem uma área amostrada maior -, ante as 22 do censo anterior, com dados do final de 2016. O censo é feito a cada dois anos no parque que abriga as Cataratas do Iguaçu e os dois países seguem o mesmo cronograma.

O número detectado no início, em 2009, assustou: no máximo 11, devido à ação de caçadores que matavam os animais até por retaliação por terem atacado rebanhos de gado. Havia, inclusive, morte preventiva de onças para evitar que entrassem em propriedades rurais.

Mas ações contra a caça e um trabalho de engajamento com as comunidades permitiram a inversão da curva e a população de animais voltou a crescer.

“Hoje na mata atlântica há em torno de 300 onças; um terço delas está aqui e é a única que tem população comprovadamente crescendo. Se querem salvar a onça, esse é o bioma. É uma luta de todo mundo, envolve combater desmatamento e ativamente a caça”, afirmou a coordenadora.

Uma pesquisa já mostrou que matar onças-pintadas que atacam o gado no Pantanal é uma péssima ideia do ponto de vista do bolso, já que o ecoturismo de observação desses animais rendeu US$ 7 milhões em 2015 só em um pedaço do bioma e sem considerar itens como as refeições dos turistas em restaurantes da região ou seus gastos com deslocamento.

Os parques nacionais do Iguaçu (Brasil) e Iguazú (Argentina) formam a maior área protegida contínua no centro-sul do continente e abrigam ainda outras espécies vulneráveis ou ameaçadas de extinção, como o jacaré-de-papo-amarelo e o puma.

O censo, que leva de três a quatro meses para ser concluído no campo, cobre aproximadamente 6.000 km2 (quase o tamanho de Brasília), dos quais 1.850 mil são no Brasil.

O trabalho é feito com a instalação de câmeras de monitoramento – armadilhas fotográficas – em todo o parque e conta com a captura de animais, que recebem colares eletrônicos para que seu deslocamento no parque seja acompanhado.

Os sinais do colar são transmitidos por satélite e por antenas utilizadas pela equipe nas incursões na mata, cujo objetivo é entender os motivos de as onças fazerem determinado trajeto. Assim, é possível calcular o território e como o habitat é usado por elas. Onças prenhas já foram flagradas pelas câmeras.

Ações Entre as medidas que permitiram o crescimento da população de onças no parque estão um trabalho feito com 14 municípios no seu entorno, com o objetivo de ajustar a coexistência sobre as melhores práticas de manejo, e ações de fiscalização de órgãos como polícia e ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade).

Também houve mudança do uso do solo, hoje com mais soja que gado no entorno, o que reduziu conflitos com pecuaristas. “O trabalho com a comunidade é superimportante. Não vamos salvar onças só ficando no parque; é preciso engajar os municípios e hoje fazemos isso ativamente com a comunidade, trabalhando segurança e conflito com técnicas, entre outras medidas.”

O estudo da população de onças é essencial, conta a coordenadora, porque o animal é o predador de topo de cadeia. Se o total de indivíduos ali cresce, a conclusão é que outras espécies também estão aumentando.

Além das onças-pintadas, o estudo mostrou também a presença mais frequente de animais como antas, cotias, catetos, queixadas – que chegaram a ser tidas como extintas na região – e veados.

“A intenção é, além de conhecermos a população de onças, saber também quais animais existem no parque e como se dá essa diversidade.”

Barros afirmou que o combate à caça é importante para a espécie, e a prática não deve ser permitida por projetos de lei que tramitam em Brasília sobre o tema. “Se isso acontecer é muito grave, não só para as onças, mas para uma série de espécies. É urgente uma campanha ativa para combater a caça, o consumo de carne de caça e a legislação que prevê liberar isso.”

Neste ano, os pesquisadores voltarão a campo para averiguar o desenvolvimento da população de onças. O trabalho deve ser divulgado no final de 2021, após a conclusão dos estudos.

Leia a matéria completa no Portal da Cidade clicando aqui!

Após sofrerem com caça, onças-pintadas ressurgem no PNI

Após sofrerem com caça, onças-pintadas ressurgem no Parque do Iguaçu

Depois de quase terem desaparecido por causa principalmente da caça desenfreada, a população de onças-pintadas no Parque Nacional do Iguaçu atingiu seu maior volume nos últimos dez anos.

Um censo feito em parceria do Brasil e da Argentina desde 2009 mostra a existência estimada de 105 onças-pintadas no chamado corredor verde entre os dois países, graças a medidas de proteção adotadas.

Há dois anos eram 90, segundo Yara Barros, coordenadora-executiva do projeto Onças do Iguaçu. Do total apontado agora, 28 foram contabilizadas no lado brasileiro – o argentino tem uma área amostrada maior -, ante as 22 do censo anterior, com dados do final de 2016. O censo é feito a cada dois anos no parque que abriga as Cataratas do Iguaçu e os dois países seguem o mesmo cronograma.

O número detectado no início, em 2009, assustou: no máximo 11, devido à ação de caçadores que matavam os animais até por retaliação por terem atacado rebanhos de gado. Havia, inclusive, morte preventiva de onças para evitar que entrassem em propriedades rurais.

Mas ações contra a caça e um trabalho de engajamento com as comunidades permitiram a inversão da curva e a população de animais voltou a crescer.

“Hoje na mata atlântica há em torno de 300 onças; um terço delas está aqui e é a única que tem população comprovadamente crescendo. Se querem salvar a onça, esse é o bioma. É uma luta de todo mundo, envolve combater desmatamento e ativamente a caça”, afirmou a coordenadora.

Uma pesquisa já mostrou que matar onças-pintadas que atacam o gado no Pantanal é uma péssima ideia do ponto de vista do bolso, já que o ecoturismo de observação desses animais rendeu US$ 7 milhões em 2015 só em um pedaço do bioma e sem considerar itens como as refeições dos turistas em restaurantes da região ou seus gastos com deslocamento.

Os parques nacionais do Iguaçu (Brasil) e Iguazú (Argentina) formam a maior área protegida contínua no centro-sul do continente e abrigam ainda outras espécies vulneráveis ou ameaçadas de extinção, como o jacaré-de-papo-amarelo e o puma.

O censo, que leva de três a quatro meses para ser concluído no campo, cobre aproximadamente 6.000 km2 (quase o tamanho de Brasília), dos quais 1.850 mil são no Brasil.

O trabalho é feito com a instalação de câmeras de monitoramento – armadilhas fotográficas – em todo o parque e conta com a captura de animais, que recebem colares eletrônicos para que seu deslocamento no parque seja acompanhado.

Os sinais do colar são transmitidos por satélite e por antenas utilizadas pela equipe nas incursões na mata, cujo objetivo é entender os motivos de as onças fazerem determinado trajeto. Assim, é possível calcular o território e como o habitat é usado por elas. Onças prenhas já foram flagradas pelas câmeras.

Ações Entre as medidas que permitiram o crescimento da população de onças no parque estão um trabalho feito com 14 municípios no seu entorno, com o objetivo de ajustar a coexistência sobre as melhores práticas de manejo, e ações de fiscalização de órgãos como polícia e ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade).

Também houve mudança do uso do solo, hoje com mais soja que gado no entorno, o que reduziu conflitos com pecuaristas. “O trabalho com a comunidade é superimportante. Não vamos salvar onças só ficando no parque; é preciso engajar os municípios e hoje fazemos isso ativamente com a comunidade, trabalhando segurança e conflito com técnicas, entre outras medidas.”

O estudo da população de onças é essencial, conta a coordenadora, porque o animal é o predador de topo de cadeia. Se o total de indivíduos ali cresce, a conclusão é que outras espécies também estão aumentando.

Além das onças-pintadas, o estudo mostrou também a presença mais frequente de animais como antas, cotias, catetos, queixadas – que chegaram a ser tidas como extintas na região – e veados.

“A intenção é, além de conhecermos a população de onças, saber também quais animais existem no parque e como se dá essa diversidade.”

Barros afirmou que o combate à caça é importante para a espécie, e a prática não deve ser permitida por projetos de lei que tramitam em Brasília sobre o tema. “Se isso acontecer é muito grave, não só para as onças, mas para uma série de espécies. É urgente uma campanha ativa para combater a caça, o consumo de carne de caça e a legislação que prevê liberar isso.”

Neste ano, os pesquisadores voltarão a campo para averiguar o desenvolvimento da população de onças. O trabalho deve ser divulgado no final de 2021, após a conclusão dos estudos.

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Principais ocorrências atendidas pelo 14º BPM entre os dias 10 e 13 de janeiro

14º bpm - Principais ocorrências atendidas pelo 14º BPM entre os dias 10 e 13 de janeiro

POLICIA MILITAR CUMPRE MANDADO DE PRISÃO NO CENTRO

Na manhã do dia 10, por volta das 11h00min, policiais militares do Grupo Gotamotran do 14º BPM, em patrulhamento pela região central da cidade abordaram um indivíduo em atitude suspeita. De posse do mesmo, nada de ilícito foi encontrado, porém, ao verificar a situação criminal do mesmo junto ao sistema, foi encontrado um mandado de prisão em aberto. Deste modo, foi encaminhado a 6ª SDP para dar fiel cumprimento ao mandado.

POLICIA MILITAR APREENDE CERCA DE 1K DE MACONHA NA VILA YOLANDA

Na manhã do dia 10, por volta das 11h30, policiais militares do 14º BPM, foram informados que na região da Vila Yolanda, em um terreno baldio, estaria abandonado certa quantidade de substância entorpecente. No local, a equipe encontrou o material descrito, sendo constatado que se tratava de 0,955kg de substância análoga a maconha. Deste modo, a substância foi encaminhada para a 6ª SDP onde foi entregue.

POLICIA MILITAR PRENDE DOIS INDIVÍDUOS E APREENDE DUAS ARMAS NO JD. SÃO PAULO

Na tarde do dia 1,0 por volta das 14h00, em patrulhamento pela região do Jardim São Paulo, uma equipe do Grupo ROCAM do 14º BPM avistou um veículo Vw/Golf com duas pessoas em seu interior em atitude suspeita. Quando o condutor do veículo percebeu a presença da equipe policial empreendeu fuga, iniciando neste momento um acompanhamento tático. Em dado momento do acompanhamento, foram arremessados dois objetos pela janela do veículo, sendo este abordado na sequência. Realizada a abordagem e busca pessoal na dupla e nada de ilícito foi encontrado, então, foi verificado o que havia sido dispensado anteriormente pela janela, sendo encontradas duas pistolas cal. 9 mm e 31 munições intactas. Deste modo, foi dado voz de prisão aos abordados e encaminhados a 6ª SDP onde foram entregues a Autoridade Policial.

POLICIA MILITAR PRENDE CONDUTOR EMBRIAGADO APÓS ACIDENTE NO TRÊS LAGOAS

Na madrugada do dia 11, por volta das 03h00min, policiais militares do pelotão de Trânsito do 14º BPM, em atendimento a um acidente de trânsito na Rua Ernesto Gayer, Três Lagoas, ofereceram o teste etilométrico ao condutor do veículo acidentado, haja vista que apresentava alguns sinais de embriaguez. No testem foi aferida a quantidade de 0,61mg/L, sendo que não configuraria o crime de trânsito se fosse menor que 0,34mg/L. Deste modo, o condutor foi encaminhado para a 6ª SDP, onde foi confeccionada toda documentação pertinente e entregue.

POLICIA MILITAR INDIVÍDUO ACUSADO DE AGREDIR DUAS MULHERES COM UM FACÃO

Na noite do dia 11, por volta das 23h00, policiais militares do 14º BPM, foram informados de uma situação de agressão na Vila Yolanda. O relato era que um indivíduo teria agredido duas mulheres com um facão. No local, a equipe encontrou as vítimas e o agressor, sendo dado voz de prisão ao mesmo e encaminhado para a 6ª SDP para os procedimentos. Devido as vítimas apresentarem escoriações, foi acionado o socorro médico que se fez presente no local.

POLICIA MILITAR PRENDE CONDUTOR EMBRIAGADO APÓS ACIDENTE NO JD. MORENITAS

Na noite do dia 12, por volta das 23h55min, policiais militares do pelotão de Trânsito do 14º BPM, em atendimento a um acidente de trânsito no cruzamento da Av. Morenitas com Rua Aguas Marinhas, ofereceram o teste etilométrico para os condutores envolvidos, sendo que a aferição de um deles foi 0,0mg/L e o segundo recusou-se a realizar o exame, e em dado momento do atendimento, este condutor tentou evadir-se do local, deste modo, ele foi encaminhado para a 6ª SDP, onde foi confeccionada toda a documentação pertinente e apresentado ao plantonista.

Comunicação Social 14º BPM.

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