
Fonte: Canal do Youtube de Flávia Kremer
Postagem publicada originalmente no Portal Blog do Lago.
Blog de notícias em Santa Terezinha de Itaipu
Com a Reforma da Previdência aprovada, quem quiser pedir a aposentadoria do INSS em 2020 deve prestar atenção nas mudanças que foram definidas e que valerão a partir deste ano.
Ao todo, cinco pontos sofreram alterações. Nas aposentadorias que estabelecem uma idade mínima, as mulheres precisam ter 56 anos e seis meses, com 30 anos de contribuição. Os homens precisam ter 61 anos e seis meses de idade com 35 anos de contribuição. No comparativo com o que estava antes estabelecido, foram acrescentados seis meses.
Quando a aposentadoria for pelo sistema de pontos, onde se leva em conta a idade mais o tempo de contribuição, as mulheres devem somar 87, e os homens 97.
Na aposentadoria por idade, a mudança ocorre apenas para as mulheres que completaram 60 anos e seis meses este ano. No caso das pessoas que fazem aniversário no segundo semestre de 2020, será necessário aguardar um pouco mais, já que essa idade só será atingida a partir de janeiro de 2021. Como no ano que vem a idade mínima passará para 61 anos, a pessoa terá que esperar o aniversário para conseguir se aposentar nessa categoria.
Se uma mulher contribuiu por pelo menos 28 anos quando a reforma foi validada, ela pode cumprir um pedágio de 50% do tempo que falta para os 30 anos de contribuição. No caso dos homens que atingiram 33 anos de contribuição na época da aprovação, poderá cumprir um pedágio de 50% do tempo restante para alcançar os 35 anos de contribuição. Nos dois casos não há idade mínima.
Na transição da aposentadoria por idade, haverá mudança apenas para as mulheres, que deverão ter 60 anos e seis meses, com pelo menos 15 anos de contribuição.
Material publicado originalmente na Agência do Rádio
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Um dos feriados mais esperados do ano, o Carnaval está chegando e o Peixe Urbano divulgou uma lista com opções que contemplam destinos clássicos e pouco convencionais. Dentre eles, o Rio de Janeiro, com os desfiles das escolas de samba, camarotes e arquibancada na Sapucaí.
Em Salvador (BA), os trios elétricos contam com apresentações de Ivete Sangalo, Chiclete com Banana, Léo Santana e Claudia Leitte. Há ainda, os blocos Olodum, Timbalada e Filhos de Gandhy.
Para quem quer fugir do convencional, a dica do buscador é a Chapada dos Veadeiros. Apesar de não conter programação de Carnaval, oferece atrativos para os amantes do ecoturismo que desejam fazer trilhas, observar a natureza e se refrescar nas cachoeiras.
Em Foz do Iguaçu (PR), o período é propício para quem deseja conhecer a tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina sem grandes aglomerados de turistas. O local contém trilhas e mirantes, as famosas cataratas, museus, o Parque das Aves e a proximidade com países vizinhos para destino de compras.
Leia a matéria completa no Brasil Turis clicando aqui!
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Com a Reforma da Previdência aprovada, quem quiser pedir a aposentadoria do INSS em 2020 deve prestar atenção nas mudanças que foram definidas e que valerão a partir deste ano.
Ao todo, cinco pontos sofreram alterações. Nas aposentadorias que estabelecem uma idade mínima, as mulheres precisam ter 56 anos e seis meses, com 30 anos de contribuição. Os homens precisam ter 61 anos e seis meses de idade com 35 anos de contribuição. No comparativo com o que estava antes estabelecido, foram acrescentados seis meses.
Quando a aposentadoria for pelo sistema de pontos, onde se leva em conta a idade mais o tempo de contribuição, as mulheres devem somar 87, e os homens 97.
Na aposentadoria por idade, a mudança ocorre apenas para as mulheres que completaram 60 anos e seis meses este ano. No caso das pessoas que fazem aniversário no segundo semestre de 2020, será necessário aguardar um pouco mais, já que essa idade só será atingida a partir de janeiro de 2021. Como no ano que vem a idade mínima passará para 61 anos, a pessoa terá que esperar o aniversário para conseguir se aposentar nessa categoria.
Se uma mulher contribuiu por pelo menos 28 anos quando a reforma foi validada, ela pode cumprir um pedágio de 50% do tempo que falta para os 30 anos de contribuição. No caso dos homens que atingiram 33 anos de contribuição na época da aprovação, poderá cumprir um pedágio de 50% do tempo restante para alcançar os 35 anos de contribuição. Nos dois casos não há idade mínima.
Na transição da aposentadoria por idade, haverá mudança apenas para as mulheres, que deverão ter 60 anos e seis meses, com pelo menos 15 anos de contribuição.
Material publicado originalmente na Agência do Rádio
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Dados recém-divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) revelam que dois terços das riquezas produzidas no oeste são gerados em cinco municípios, que figuram entre os 30 maiores PIBs do Estado. Os dados mais recentes do PIB (Produto Interno Bruto) são referentes a 2017 e foram divulgados no fim de 2019.
Juntos, esses cinco municípios produziram R$ 35 bilhões, 65,7% do total (R$ 53,259 bilhões). Todo o oeste responde por 12,6% do PIB estadual, que, em 2017, somava R$ 421,374 bilhões.
Um dos principais destinos do mundo, Foz do Iguaçu tem o maior PIB da região, de R$ 13,463 bilhões, valor ligeiramente inferior ao registrado um ano antes, queda que lhe custou um lugar no ranking estadual: era o sexto em 2016 e caiu para sétimo em 2017. Logo atrás está Cascavel, polo educacional, de saúde e do agronegócio, com R$ 11,374 bilhões produzidos em 2017, valor 5,2% maior o do ano anterior, mantendo-se como o oitavo maior do Paraná, posição ocupada desde 2010. Em décimo no ranking está Toledo – dono do maior VBP (Valor Bruto da Produção) Agropecuária no Paraná -, com R$ 5,929 bilhões gerados em 2017, alta de 9,7% sobre 2016. O quarto maior PIB do oeste é de Marechal Cândido Rondon (29º no Estado), com R$ 2,199 bilhões; em seguida está Palotina, o 30º no ranking estadual, com PIB de R$ 2,036 bilhões.
Os novos dados do IBGE revelam principalmente o impacto da crise econômica. Dos 50 municípios do oeste, 28 tiveram queda no PIB em 2017 na comparação com 2016. Na média, o oeste cresceu 1,3% no período, bem abaixo da média estadual, de 4,9%.
A queda mais significativa ocorreu em Capitão Leônidas Marques, onde o PIB caiu 20,5% em um ano: era R$ 1,491 bilhão em 2016 e ficou em R$ 1,185 bilhão em 2017. Apesar disso, o Município detém o segundo melhor PIB per capita da região e o sétimo do Estado, de R$ 74.822,73, onde boa parte da riqueza é gerada pela usina hidrelétrica de Salto Caxias.
Em termos proporcionais, o maior aumento do PIB foi visto em Matelândia, de 14,1% em apenas um ano, chegando a R$ 861 milhões em 2017, acumulando alta de 237% em relação a 2010.
Já em termos de valores, as maiores variações do PIB de 2017 em comparação a 2016 aconteceram, por ordem, em: Cascavel +R$ 558 milhões, Toledo +R$ 521 milhões, Capitão -R$ 305 milhões e Cafelândia -R$ 162 milhões.
A reportagem do Jornal O Paraná também comparou os dados do PIB de 2017 com os resultados de 2010. O PIB do oeste cresceu 119,7% no período, acima do registrado no Estado (87,1%). Usando esse índice como referência, 20 municípios cresceram mais que a média da região, enquanto 17 não conseguiram dobrar o valor nos sete anos.
O maior crescimento proporcional é observado em Matelândia (237,6%) e o menor em Iguatu (44,3%).
Em valores, o maior crescimento foi do líder Foz do Iguaçu, que produziu R$ 7,2 bilhões a mais no período.
Na outra ponta, também estão na região alguns dos últimos colocados no ranking estadual. O décimo pior resultado estadual (390º) é de Diamante do Sul, com PIB de R$ 53,943 milhões em 2017, e o 12º pior (388º) é de Iguatu, com PIB de R$ 53,735 milhões.
Todos esses dados estão disponíveis na tabela abaixo, organizada por ordem alfabética.
A região oeste também figura entre os dez melhores PIB per capita do Paraná. Destaque para Cafelândia, com o quarto maior PIB per capita do Estado, de R$ 78.303,60 em 2017, com avanço de duas posições em apenas um ano. Apesar de forte queda em 2017, Capitão Leônidas Marques tem o sétimo melhor PIB per capita, de R$ 74.822,73, e, em décimo, Palotina, de R$ 64.919,11.
Confira a tabela completa com o PIB dos municípios.
Leia a matéria completa no Jornal O Paraná clicando aqui!
Postagem publicada originalmente no Portal Blog do Lago.

Dados recém-divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) revelam que dois terços das riquezas produzidas no oeste são gerados em cinco municípios, que figuram entre os 30 maiores PIBs do Estado. Os dados mais recentes do PIB (Produto Interno Bruto) são referentes a 2017 e foram divulgados no fim de 2019.
Juntos, esses cinco municípios produziram R$ 35 bilhões, 65,7% do total (R$ 53,259 bilhões). Todo o oeste responde por 12,6% do PIB estadual, que, em 2017, somava R$ 421,374 bilhões.
Um dos principais destinos do mundo, Foz do Iguaçu tem o maior PIB da região, de R$ 13,463 bilhões, valor ligeiramente inferior ao registrado um ano antes, queda que lhe custou um lugar no ranking estadual: era o sexto em 2016 e caiu para sétimo em 2017. Logo atrás está Cascavel, polo educacional, de saúde e do agronegócio, com R$ 11,374 bilhões produzidos em 2017, valor 5,2% maior o do ano anterior, mantendo-se como o oitavo maior do Paraná, posição ocupada desde 2010. Em décimo no ranking está Toledo – dono do maior VBP (Valor Bruto da Produção) Agropecuária no Paraná -, com R$ 5,929 bilhões gerados em 2017, alta de 9,7% sobre 2016. O quarto maior PIB do oeste é de Marechal Cândido Rondon (29º no Estado), com R$ 2,199 bilhões; em seguida está Palotina, o 30º no ranking estadual, com PIB de R$ 2,036 bilhões.
Os novos dados do IBGE revelam principalmente o impacto da crise econômica. Dos 50 municípios do oeste, 28 tiveram queda no PIB em 2017 na comparação com 2016. Na média, o oeste cresceu 1,3% no período, bem abaixo da média estadual, de 4,9%.
A queda mais significativa ocorreu em Capitão Leônidas Marques, onde o PIB caiu 20,5% em um ano: era R$ 1,491 bilhão em 2016 e ficou em R$ 1,185 bilhão em 2017. Apesar disso, o Município detém o segundo melhor PIB per capita da região e o sétimo do Estado, de R$ 74.822,73, onde boa parte da riqueza é gerada pela usina hidrelétrica de Salto Caxias.
Em termos proporcionais, o maior aumento do PIB foi visto em Matelândia, de 14,1% em apenas um ano, chegando a R$ 861 milhões em 2017, acumulando alta de 237% em relação a 2010.
Já em termos de valores, as maiores variações do PIB de 2017 em comparação a 2016 aconteceram, por ordem, em: Cascavel +R$ 558 milhões, Toledo +R$ 521 milhões, Capitão -R$ 305 milhões e Cafelândia -R$ 162 milhões.
A reportagem do Jornal O Paraná também comparou os dados do PIB de 2017 com os resultados de 2010. O PIB do oeste cresceu 119,7% no período, acima do registrado no Estado (87,1%). Usando esse índice como referência, 20 municípios cresceram mais que a média da região, enquanto 17 não conseguiram dobrar o valor nos sete anos.
O maior crescimento proporcional é observado em Matelândia (237,6%) e o menor em Iguatu (44,3%).
Em valores, o maior crescimento foi do líder Foz do Iguaçu, que produziu R$ 7,2 bilhões a mais no período.
Na outra ponta, também estão na região alguns dos últimos colocados no ranking estadual. O décimo pior resultado estadual (390º) é de Diamante do Sul, com PIB de R$ 53,943 milhões em 2017, e o 12º pior (388º) é de Iguatu, com PIB de R$ 53,735 milhões.
Todos esses dados estão disponíveis na tabela abaixo, organizada por ordem alfabética.
A região oeste também figura entre os dez melhores PIB per capita do Paraná. Destaque para Cafelândia, com o quarto maior PIB per capita do Estado, de R$ 78.303,60 em 2017, com avanço de duas posições em apenas um ano. Apesar de forte queda em 2017, Capitão Leônidas Marques tem o sétimo melhor PIB per capita, de R$ 74.822,73, e, em décimo, Palotina, de R$ 64.919,11.
Confira a tabela completa com o PIB dos municípios.
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O Ministério Público do Paraná está com inscrições abertas para preenchimento de vagas de estágio em diversas comarcas do estado para alunos de graduação e pós-graduação, especialmente na área de Direito.
Trata-se de uma ótima oportunidade para estudantes que desejam estagiar numa instituição do sistema de Justiça.
Segue relação de algumas das vagas com inscrições abertas. Para acessar o edital, basta clicar no link inserido nas datas de inscrição.
Pós-graduação em Direito
2ª Promotoria de Justiça de Crimes Dolosos Contra a Vida de Curitiba
Inscrições até 10 de janeiro
Graduação em Direito
Promotoria de Justiça de Teixeira Soares
Inscrições até 10 de janeiro
Graduação em Direito
2ª e 4ª Promotorias de Justiça de Crimes Dolosos Contra a Vida de Curitiba
Inscrições até 10 de janeiro
Graduação em Direito
2ª Promotoria de Justiça de Matelândia
Inscrições de 7 a 13 de janeiro
Graduação em Direito
2ª Promotoria de Justiça de Colombo
Inscrições até 15 de janeiro
Graduação em Arquitetura e Urbanismo
Caop de Proteção ao Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo, em Curitiba
Inscrições até 15 de janeiro
Pós-graduação em Direito
7ª Promotoria de Justiça de Guarapuava
Inscrições de 7 a 15 de janeiro
Pós-graduação em Direito
8ª Promotoria Criminal de Curitiba
Inscrições de 7 a 15 de janeiro
Graduação em Direito
4ª Promotoria de Justiça de Cianorte
Inscrições até 17 de janeiro
Graduação em Direito
Promotoria de Justiça de Paraíso do Norte
Inscrições de 7 a 17 de janeiro
Graduação em Direito
Gaeco de Maringá (12ª Promotoria de Justiça)
Inscrições de 7 a 20 de janeiro
Pós-graduação em Direito
2ª Promotoria de Justiça de Pinhão
Inscrições de 7 a 21 de janeiro
Pós-graduação em Direito
Promotoria de Justiça de Terra Boa
Inscrições de 7 a 29 de janeiro
Pós-graduação em Direito
2ª Promotoria de Justiça de Fazenda Rio Grande
Inscrições de 7 a 31 de janeiro
Pós-graduação em Direito
Promotorias de Justiça de Assis Chateaubriand
Inscrições até 7 de fevereiro
Graduação em Direito
Grupo Especializado na Proteção do Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria) do Litoral
Inscrições de 7/1 a 7/2
Graduação em Direito
Promotoria de Justiça das Fundações e Terceiro Setor de Curitiba
Inscrições de 7/1 a 7/2
Todos os editais de estágio são publicados no site do MPPR na internet.
Assessoria de Comunicação
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The Mandalorian encerrou sua Temporada 1 com um grande episódio final, em que soubemos qual era o nome verdadeiro de Mando e que Moff Gideon possui um sabre-de-luz Mandaloriano, conhecido como Darksaber. O final nos dá algumas pistas sobre o que podemos esperar da Temporada 2, que está confirmada para chegar ao Disney+ no final de 2020.
O que os fãs podem esperar da Temporada 2? De mais Baby Yoda até revelações sobre o planeta Mandalore, aqui está tudo o que esperamos.
The Mandalorian logo se tornou uma das melhores produções Star Wars com a apresentação da “Criança” (The Child, em inglês), ou como 99% do mundo prefere chamar, Baby Yoda. A Temporada 1 focou em mostrar Mando lutando para proteger Baby Yoda do que sobrou do Império e de caçadores de recompensa rivais. Parece que esse desafio vai continuar na nova temporada.
O breve encontro do protagonista com a Mandaloriana armeira basicamente cria o cenário para a Segunda Temporada. Embora Baby Yoda esteja seguro, ele agora é responsabilidade de Mando, que terá que descobrir seu planeta Natal. Mas caso Din Djarin não encontre a família da criança de 50 anos, deverá criá-lo como um Mandaloriano.
Esperamos que a caça pelo planeta aconteça durante toda a Temporada. Isso justificaria viagens para diversos planetas e apresentar novos aliados e inimigos, ao mesmo tempo em que podemos ver mais de Cara Dune e Greef Karga.
Mas o que queremos é ter algumas revelações sobre a raça de Baby Yoda, que é um dos mistérios de Star Wars. Qual a espécie de Yoda, Yaddle e Baby Yoda? De onde eles são? Por que são poderosos com a Força?
Esperamos por todas essas respostas, bem como o potencial laço de sangue entre Yoda e Baby Yoda. Queremos saber também sobre a obsessão do que sobrou do Império com a criança e, quem sabe, sua conexão como retorno do Imperador Palpatine em A Ascensão Skywalker. Quem sabe The Mandalorian tem alguma conexão com a nova trilogia…
O status quo do planeta Mandalore durante o período em que The Mandalorian se passa continua um mistério. O mundo é algo bem destacado na Temporada Final de Star Wars Rebels, em que Sabine Wren liberta Mandalore dos Imperialistas e passa o Darksaber cerimonial para Bo-Katan Kryze. Nesse ponto, acredita-se que o planeta vai ter um futuro melhor e independente.
Mas a Temporada 1 de The Mandalorian sugere o contrário ao revelar que Moff Gideon possui este Darksaber. Entre isso e alusões ao “expurgo” do Império em Mandalore, podemos acreditar que o planeta sofreu forte retaliação dos imperialistas ao final de Rebels.
Esperamos que a Temporada 2 invista mais tempo ao explorar como está Mandalore e seu povo ao fim da Guerra Civil da Galáxia. Quantos Mandalore estão vivos? O que aconteceu com o seu lar? A Nova República fez algo para revitalizar o local após décadas de conflitos?
Apesar de Moff Gideon ter sobrevivido à queda do seu TIE Fighter, um dos grandes mistérios é o destino de Fennec Shand. O Episódio 5 apresentou a assassina mortal interpretada por Ming-Na Wen, com Shand levando um tiro e morrendo no deserto de Tatooine. Entretanto, o final do capítulo mostra uma figura misteriosa chegando e observando o seu corpo.
Temos que imaginar que a nova temporada dará alguma luz sobre esse mistério. Ela morreu mesmo? Quem era essa misteriosa pessoa e o que iria querer com ela? As botas e a capa pretas sugerem que seja Moff Gideon. Há muita história para ser contada aqui.
A volta do Darksaber nos deixou pensando nas conexões que The Mandalorian pode forjar com outros projetos Star Wars em suas futuras temporadas. Certamente, abre portas para vermos alguns personagens de Star Wars Rebels em suas versões live-action pela primeira vez. Veremos o que acontece com Bo-Katan e em como o Darksaber foi parar com Gideon? E Sabine? Como ela reagiu ao destino trágico de Mandalore?
Há um grande potencial em ver The Mandalorian ser uma sequência de Rebels que esperamos desde 2017.
Vale lembrar que o produtor Dave Filoni está envolvido tanto em Rebels quanto em The Mandalorian, e parece muito interessante poder combinar os dois. Se existe algo que gostaríamos de ver na Temporada 2 é essa e outras conexões com o universo Star Wars.
Leia a matéria completa no IGN Brasil clicando aqui!
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